A obesidade reduz a sua testosterona

A obesidade reduz a sua testosterona

A obesidade é o principal fator de risco para o hipogonadismo (redução da testosterona), sobressaindo os efeitos da idade e de outras comorbidades. 

Os indivíduos obesos, segundo o EMAS (European Male Aging Study), apresentam um risco 13 x maior de um hipogonadismo.

É um ciclo vicioso que auto se sustenta, já que relação da baixa testosterona e da obesidade são bidirecional. O obeso tem uma queda mais acelerada da testosterona e o individuo com baixa testosterona tem uma maior predileção à obesidade (principalmente abdominal).

É necessário uma perda de peso superior a 10% para haver um aumento dos níveis de testosterona. Uma redução do IMC de 30 para 25, leva a um aumento da testosterona em 13%.

Como há um ciclo de obesidade e baixa testosterona, a correta reposição de testosterona, ao melhorar a fadiga e facilitar o paciente a sair da inércia, facilita o processo de emagrecimento e também, mantém a massa muscular, algo fundamental no processo de manutenção do peso perdido.

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PEITO DE PERU PODE?

PEITO DE PERU PODE?

Para quem acha que trocando o presunto ou mortadela por peito de peru está sendo mais saudável, SE ENGANOU!
Estamos trocando 6 por meia dúzia.

Alimento ultra processados e embutidos como: salame, mortadela, presunto, salsicha e etc, não dá nem para ser considerado alimento.
São feitos a partir de restos de carne triturada que são misturadas à aditivos químicos prejudiciais a nossa saúde.
Possuem MUITO sódio, nitritos, açúcar, glutamato monossódico, além de muitas outras substâncias como corantes, estabilizantes e conservantes.

⚠️ Em 2015 a organização mundial da saúde (OMS), colocou esses itens na lista de produtos cancerígenos.

💡Que tal substituir todos os itens acima por frango desfiado ou atum?

* O momento nutricional é feito pela Dr. Letícia Tona, nutricionista responsável pelas dietas dos meus pacientes.

Risco cardiovascular da menopausa precoce

Risco cardiovascular da menopausa precoce

Em média, as mulheres entram em menopausa com 51/52 anos de idade, porém até 10% delas entram antes dos 45 anos e 1% antes dos 40 anos.

Um estudo recente que avaliou 140 mil mulheres em menopausa, demonstrou que as mulheres com menopausa precoce (< 40 anos), apresentam um risco aumentado de uma série de doenças cardiovasculares, dentre elas:

– Infarto (Doença arterial coronariana).

– Insuficiência cardíaca.

– Alterações de válvulas cardíacas (estenose aórtica e regurgitação mitral).

– Arritmia (fibrilação atrial).

– AVC.

– Doença arterial periférica.

– Tromboembolismo venoso.

O aumento do risco foi de 36% para as mulheres com menopausa precoce natural e de 87% para as com menopausa precoce cirúrgica.

É provável que quantos mais jovem for a idade de menopausa, maiores são os riscos cardiovasculares. 

Outros estudos relatam que mesmo as mulheres com menopausa < 45 anos já podem apresentar um aumento do risco de doenças coronarianas e AVC.

É extremamente aconselhável que todas as mulheres com menopausa em idade inferior aos 45 anos faça um acompanhamento endocrinológico.

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Honigberg MC, Zekavat SM, Aragam K, et al. Association of Premature Natural and Surgical Menopause With Incident Cardiovascular Disease. JAMA. Published online November 18, 2019. doi:https://doi.org/10.1001/jama.2019.19191

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