out 27, 2020 | DIETAS E SUPLEMENTOS
As exposições nutricionais durante os primeiros 1.000 dias de vida contribuem para a saúde a longo prazo, moldam as preferências de gosto e as escolhas alimentares futuras.
Amamentação:
O leite materno contém micronutrientes saudáveis e importantes para o desenvolvimento do bebê e reduzem o risco de sobrepeso/obesidade, diabetes tipo 1 e asma.
Os Bebês alimentandos por fórmulas tendem a ter um maior ganho de peso, possivelmente por conterem uma maior concentração de proteínas ou pela superalimentação induzida pelo cuidador que opta pela supernutrição e pelo não desperdício de alimentos.
Introdução de alimentos:
Comece somente após os 4 meses de idade, antes está associado a um risco aumentado de obesidade de 2 a 12 anos.
Açúcar:
Evite alimentos e bebidas com adição de açúcares durante os primeiros 2 anos de vida. O consumo destes produtos reduzirá a de alimentos ricos em nutrientes, levando a inadequações nutricionais e estão associados ao aumento do risco de sobrepeso ou obesidade.
Saiba como procurar o que é açúcar nos rótulos alimentares: açúcar mascavo, adoçante de milho, xarope de milho, dextrose, frutose, glicose, xarope de milho com alto teor de frutose, mel, lactose, xarope de malte, maltose, melaço, açúcar bruto e sacarose.
Suco de frutas:
Embora o suco de fruta 100% pareça oferecer o mesmo benefício nutricional que a fruta inteira, não o faz. Não devem ser introduzidos no primeiro ano de vida e em crianças de 1 a 3 anos de idade, o consumo deve ser de até 120 ml ao dia.
Complemento alimentares, de vitaminas e minerais:
Ômega 3:
A ingestão de pelo menos 200 a 300 gramas/semana de frutos do mar ricos em ômega-3 e baixos em mercúrio, impulsionam o desenvolvimento cognitivo e desenvolvimento da linguagem e comunicação em crianças. (Caranguejo, ostras, salmão, sardinha, vieiras, camarão, lula e tilápia).
Ácidos graxos poli-insaturados são importantes no desenvolvimento cerebral e as principais fontes são peixes, óleo de peixe, óleo vegetal, nozes e sementes.
Vitamina D:
Como o leite materno não contém quantidades adequadas de vitamina D, o bebê deve receber 400 ui de vitamina D ao dia até estar desmamado, bebendo leite de vaca enriquecido com vitamina D ou fórmula infantil.
Ferro e zinco:
O ferro é importante no desenvolvimento neurológico normal e na função imunológica. Apresentam uma redução fisiológica nos 6 primeiros meses de bebês que amamentam, então deve ser suplementado.
Após os 6 meses de vida, os pais de bebes que amamentam devem fornecer alimentos ricos em ferro (carne vermelha, peixes, ovos, beterraba, gema de ovo, leguminosas, oleaginosas e vegetais verdes) e zinco (linhaça, gema de ovo, leite integral, oleaginosas, melancia e feijão).
Introdução de alimentos mais alergênicos:
A introdução de amendoins e ovos logo após os 4 meses de idade pode reduzir o risco de alergia alimentar a esses alimentos. Ainda faltam evidências mais fortes para outros alérgenos, como nozes e frutos do mar, mas não há danos na introdução destes alimentos potencialmente alérgicos no mesmo período.
set 12, 2020 | DIETAS E SUPLEMENTOS

Estamos em uma época de abuso de suplementos alimentares.
Recebo no consultório inúmeros pacientes usando mais de 10 tipos diferentes de suplementos (prontos ou manipulados) e com gastos mensais que superam os 1000 reais.
Ao analisar a fundo a lista de suplementos percebo que a grande maioria não tem eficácia comprovada ou foi negada em estudos, alguns estão em doses elevadas e tóxicas (ex: garcinia cambogia e extrato de chá verde) e inclusive, é feito a prescrição de testosterona tópica como se fosse um suplemento.
Por não serem considerados medicações, raríssimas pesquisas são realizadas sobre os possíveis danos e efeitos colaterais entre as interações dos suplementos alimentares.
A sensação que eu tenho, é que este tipo de prescritor dá vários tiros no escuro sem saber com qual melhor arma lutar. Acertar em algo ele vai, porém não sabe como e qual é o efeito indesejado de tanta substância. Não é atoa que recebo vários pacientes com múltiplas alterações clínicas e laboratoriais (função hepática, renal, colesterol, glicose, hormônios sexuais e outros) e tenho que fazer uma intensa pesquisa médica para descartar as possíveis causas destas disfunções.
O profissional de excelência é aquele que consegue obter a maioria dos macro e micronutrientes de uma dieta bem elaborada e não aquele que sabe prescrever mais suplementos, que como o próprio nome diz, serve para SUPLEMENTAR uma dieta.
Saiba mais em endocrinologiaesportiva.com.br
set 12, 2020 | DIETAS E SUPLEMENTOS

Estamos em uma época de abuso de suplementos alimentares.
Recebo no consultório inúmeros pacientes usando mais de 10 tipos diferentes de suplementos (prontos ou manipulados) e com gastos mensais que superam os 1000 reais.
Ao analisar a fundo a lista de suplementos percebo que a grande maioria não tem eficácia comprovada ou foi negada em estudos, alguns estão em doses elevadas e tóxicas (ex: garcinia cambogia e extrato de chá verde) e inclusive, é feito a prescrição de testosterona tópica como se fosse um suplemento.
Por não serem considerados medicações, raríssimas pesquisas são realizadas sobre os possíveis danos e efeitos colaterais entre as interações dos suplementos alimentares.
A sensação que eu tenho, é que este tipo de prescritor dá vários tiros no escuro sem saber com qual melhor arma lutar. Acertar em algo ele vai, porém não sabe como e qual é o efeito indesejado de tanta substância. Não é atoa que recebo vários pacientes com múltiplas alterações clínicas e laboratoriais (função hepática, renal, colesterol, glicose, hormônios sexuais e outros) e tenho que fazer uma intensa pesquisa médica para descartar as possíveis causas destas disfunções.
O profissional de excelência é aquele que consegue obter a maioria dos macro e micronutrientes de uma dieta bem elaborada e não aquele que sabe prescrever mais suplementos, que como o próprio nome diz, serve para SUPLEMENTAR uma dieta.
Saiba mais em endocrinologiaesportiva.com.br
ago 25, 2020 | DEFINIÇÃO, DIETAS E SUPLEMENTOS, EMAGRECIMENTO, PERFORMANCE
O extrato de chá verde (ECV) potencializa as catecolaminas plasmáticas, influenciando assim o metabolismo e a termogênese.
Na posologia correta e na frequência cardíaca ideal de exercício, o ECV aumenta o metabolismo da gordura e reduz o do carboidrato.
Ao poupar o glicogênio muscular, reduz a percepção de fadiga e o tempo até a exaustão, e aumenta a potência e o tempo de realização do exercício, permitindo assim um maior gasto calórico.
O ECV melhora a composição corporal por aumentar a perda de gordura.
Ao aumentar o óxido nítrico, ajuda a reduzir a dor muscular pós exercício.
Sua ação ocorre APENAS durante o exercício e, principalmente, na atividade aeróbica.
Como aumenta a atividade catecolaminérgica, se consumido em altas doses, pode trazer malefícios.
Consulte sempre uma orientação profissional para a sua utilização.
Saiba mais em www.endocrinologiaesportiva.com.br
ago 25, 2020 | DEFINIÇÃO, DIETAS E SUPLEMENTOS, EMAGRECIMENTO, PERFORMANCE
O extrato de chá verde (ECV) potencializa as catecolaminas plasmáticas, influenciando assim o metabolismo e a termogênese.
Na posologia correta e na frequência cardíaca ideal de exercício, o ECV aumenta o metabolismo da gordura e reduz o do carboidrato.
Ao poupar o glicogênio muscular, reduz a percepção de fadiga e o tempo até a exaustão, e aumenta a potência e o tempo de realização do exercício, permitindo assim um maior gasto calórico.
O ECV melhora a composição corporal por aumentar a perda de gordura.
Ao aumentar o óxido nítrico, ajuda a reduzir a dor muscular pós exercício.
Sua ação ocorre APENAS durante o exercício e, principalmente, na atividade aeróbica.
Como aumenta a atividade catecolaminérgica, se consumido em altas doses, pode trazer malefícios.
Consulte sempre uma orientação profissional para a sua utilização.
Saiba mais em www.endocrinologiaesportiva.com.br
jun 11, 2020 | DEFINIÇÃO, DIETAS E SUPLEMENTOS, EMAGRECIMENTO

Se você está tendo dificuldade de reduzir o consumo de alimentos rico em açúcar e gordura, pode ser porque não está dormindo o suficiente.
Quanto mais baixa a qualidade e a quantidade do sono maior é o consumo de açúcares adicionados, gorduras saturadas e cafeína e menor é a ingesta de grãos integrais e fibras.
Além disso, segundo o estudo da Journal of the American Heart Association, as mulheres que não dormem bem ou o suficiente, consumem em média 500 a 800 calorias a mais.
O motivo é que piora do sono interfere no hipotálamo (área do cérebro que controla a ingestão de calorias e o metabolismo) e no hipocampo (área do cérebro que regula o desejo), desequilibrando os hormônios que controlam a fome, a plenitude e a saciedade e estimulando o desejo por alimentos não saudáveis.
Para dormir melhor faça uma boa “higiene do sono” e desenvolva uma rotina de relaxamento antes de dormir.
Measures of Poor Sleep Quality Are Associated With Higher Energy Intake and Poor Diet Quality in a Diverse Sample of Women From the Go Red for Women Strategically Focused Research Network
Faris M. Zuraikat PhD , Nour Makarem PhD , Ming Liao MS , Marie‐Pierre St‐Onge PhD, FAHA , and Brooke Aggarwal EdD, MS